quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Hawkwind - Bring Me The Head Of Yuri Gagarin - 1973







Um dos mais históricos concertos dos ingleses Hawkwind, gravado no Empire Pool, em Wembley, em 27 de Maio de 1973. Lançado originalmente em 1985 e reeditado regularmemte desde aí


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Baranga - 2003



Rock eiin roll nas veias.
Destaque para MULHER DE PAGODEIRO

Depois de uma demo com cinco músicas, lançada em 2001, e que obteve relativa repercussão, o Baranga chegou, ao seu primeiro disco oficial. O som do grupo é fácil de ouvir e de definir: Rock N’ Roll puro, simples e despretensioso. Felizmente, apesar do clima alegre e divertido, os integrantes não deixaram de lado o profissionalismo e cuidaram de todos os detalhes para que a estréia, auto-intitulada, fosse, acima de tudo, arrasadora.

A produção de Heros Trench, do Korzus, deixou o trabalho com uma pegada bastante pesada, principalmente no baixo e nos solos de guitarra, muito bem construídos e executados por Deca. A banda ainda é completada por Paulão na bateria, Soneca no baixo e Xande na voz e guitarra base, um time muito entrosado e competente.

As letras exaltam carros, mulheres, cerveja e, claro, Rock N’ Roll, porém, sem apelação e palavrões gratuitos, mas sim de forma bem criativa. Já a parte instrumental satisfaz plenamente os fãs que gostam de ‘riffs’ simples, distorcidos e que nos remetem imediatamente aos anos 60 e 70.

Apesar de todo o trabalho manter o mesmo nível, algumas faixas como “Maverick”, “Mulher de Pagodeiro” e “Duas Rodas” (AC/DC puro!), acabam se sobressaindo e são os grandes destaques. Outros momentos impagáveis ocorrem no Blues de “Garçon” e na divertida “Baranga”.

O grupo só dá uma escorregada em “Show de Roquenrou”, que encerra o disco e tem uma gravação com qualidade bem inferior ao resto, mas nada, porém, que prejudique o conjunto da obra.

Um disco altamente recomendável para quem simplesmente gosta de Rock e quer se divertir.

Fontes:
http://territorio.terra.com.br/canais/rockonline/lancamentos/materia.asp?materiaID=64
http://www.myspace.com/baranga

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terça-feira, 28 de outubro de 2008

Uniclãs - Viagens Ao Exílio - 2003



Estilo:
Rock´N´Roll
Região:
Porto Belo - SC

Banda BR que conquistou grande público pelo seu carisma e diferencial, fazendo música com um misto de várias influências, mas com forte identidade musical.

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Os Alcaloides - 2003



Existe outra banda do Sul com esse nome

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Robin Trower - Bridge of Sighs - 1974 [Expanded Edition] - 1999




...É...como diria o (defunto) "Fiori Gigliotti":
...O teeeeempo passa...44 minutos da segunda etapa...
e a ação implacável do tempo nos atinge a carcaça enrugando e derrubando tudo o q vê pela frente...Na famosa e inacabavel década de 70, a melhor de todas as artes em forma sonora desabrochou para o planeta.
Longão (Mario), Magrão (Falecido Luis) e eu efetuavamos "o ritual"
"fazendo a cabeça" sempre antes de ir para o colégio "MACEDÃO" e certamente para mim Too Rolling Stoned era obrigatória antes de encarar a escola.

Robin Trower nasceu na Inglaterra em 1945, este bom guitarrista tocou no Procol Harum na decada de 60 e, em seguida, novamente como o líder de sua própria banda Hendrixesque power trio. Em 1962, Robin Trower formou um grupo que viria a ser conhecido como The Paramounts, incluindo colegas como o aluno Gary Moore.Com o fim da banda em 1966 Trower voltou para Procol Harum com quem permaneceu até 1972. Ja em 1973 decidiu ficar em projeto solo e assim surgiu o Robin Trower Band. Neste projeto saiu o album muito bem sucedidoo segundo album Bridge of Sighs (1974). Este álbum, junto com seu primeiro e terceiro álbuns solo, foi produzido por seu ex Procol Harum Matthew Fisher. Trower excursionou nos Estados Unidos e no Canadá, no Verão e Outono de 2006. A World Tour 2008 começou em Ft. Pierce, Florida on January 16, 2008.

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segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Automat - 1978




Experiências musicais, como o Rock Progressivo e Kautrock, eram bastante comuns, na década de 70, A experiência musical do erudito com o pop resultava em sons naquela época futurísticos, bandas do naipe de banda como Pink Floyd, Yes, Jethro Tull, conseguiram com muito sucesso demonstrar que se poderia agregar na mesma cesta elementos antagônicos, exteriorizando o chamado Rock Progressivo.É nesse contexto que encontramos a capa do LP, - Automat – um projeto italiano dos compositores Romano Musumarra; Claudio Gizzi, e Mario Maggi e ainda do engenheiro de banda, Luciano Torani, que mostra a figura de um robô agachado as margens de um lago, se admirando como um narciso a sua imagem no reflexo de um lago, só que a imagem refletida não é a sua e sim a de um homem.O Automat não se trata de uma banda no sentido que conhecemos hoje, mas de uma espécie de projeto com objetivo de apresentar um novo modelo de sintetizador, seria como um produto de demonstração, que visava apresentar as possibilidade sonoras do referido sintetizador monofônico que tinha um leque de mais de cinquenta sons diferentes e que poderia ser totalmente programável, sem a necessidade de qualquer instrumento musical como acompanhamentoO som extraído daquele LP, buscava demonstrar uma evolução musical dos sintetizadores. Criado por Mario Maggi, o sintetizador foi alcunhado de Memory Controlled Synthesizer ou MCS70, um aparelho totalmente avançado para a época, revelando a presença inconteste do futuro.Após a apresentação do Memory Controlled Synthesizer à Romano Musumarra, o mesmo fica maravilhado e leva o instrumento a uma gravadora, que se interessa em gravar o seu som. O resultado foi o LP que ficou dividido no lado a com a musica Automat, como se fosse uma sinfonia de 16:30 minutos, dividida em três partes, tendo por responsável Cláudio Gizzi e do outro lado três canções de Romano Musumarra denominadas Droid", "Ultraviolet" y "Mecadence.O Automat, visou aproximar de forma sonora o futuro, já que o instrumento usado para confecção das músicas, assim se apresentava e nesse objetivo, tentativa traduzir em música a idéia de universo, nave espacial, modernidade, logo para a capa tinha que seguir esse imaginário.A música Automat em seu início soa aos ouvidos de que quem aqui escreve, como uma nave espacial que vai aos poucos se aproximando, como se fosse trazendo em seu bojo um mundo novo de tecnologia e que se encontra em dado momento com o ouvinte, como se dois corpos se cruzassem vindo cada um de lado opostos.Quando se dá o encontro, começa a apresentação em um ritmo dançante com marcação sinfônica iluminado por imaginários raios lasers, é o encontro do clássico e a vanguarda. Quando aproximadamente a música chega 06 minutos de forma sutil, a ritma diminui e gradativamente um novo som é agrupado a música como criando-se um tenor regado a theremin.Após a fase acima descrita, entramos nos últimos 06 minutos, que definimos como uma miscelânea sonora robótica e o apogeu da apresentação de imaginários robôs e assim fica, perdurando, até o final do concerto, que bem ao estilo do rock progressivo, vigente à época demora 16 minutos.A musica Droid, presente no lado B do referido LP, foi bastante tocada em pistas de discotecas da moda daqueles anos 70 e muitas vezes confundida com a música Pulstar do vangelis, chegando ao ponto de que muitos fãs, afirmarem que a Droid soava como uma continuação de Pulstar.Particularmente, acho que a Droid tem méritos que a música Pulstar ao tem, fundamentando minha opinião, em razão do uso do sintetizador MCS70, que até então era algo inovador e de gravação nota por nota.Para iniçio de conversa, o LP AUTOMAT. o que é ? uma banda, uma propaganda comercial, um teste ou um simples projeto?Ocorre que, o que o LP AUTOMAT, apesar de um relativo sucesso no Brasil, tendo inclusive uma faixa sido usada como abertura do Jornal Nacional da Rede Globo, teve pouca repercussão em outros paises, sendo logo abandonado o projeto bem como a produção em escala industrial do sintetizador MCS70.Elementos que simulavam naves espaciais, maquinas e viagens ao espaço e uma perfeita descrição do futuro em forma de música, estavam presente na obra prima acima narrada, mas que provavelmente não teve a devida atenção em razão de outra obra de igual quinhão o LP Oxygeny de Jean Michel Jarre..Interessante é a frase escrita na contra capa que consiste: in the beginning there was the 'MACHINE'... the survival and the organization of the planet depend upon the 'MACHINE'... the future and the past depend upon the 'MACHINE'... the past? but who wanted the 'MACHINE'...?

Texto: http://afinandoouvidos.blogspot.com

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Manfred Mann's and Earth Band - The Good Earth - 1974


Esse é para meu mano Mário (Longão).
Alvorecer com direito a galo cantando he!...he!...he!...

O MINISTÉRIO DA SAÚDE ADVERTE: "O consumo de álcool pode fazer voce acreditar que ex-namoradas estão realmente "a fim" de receber um telefonema seu às 4 horas da madrugada."

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