segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Star One - Victims Of The Modern Age - 2010

Eu, Doctor.rock sou fã incondicional deste holandes voador, ouvir  qualquer projeto desse louco duende me faz flutuar entre as galaxias  metalicas do rock em todas as suas vertentes, rios de paixão, alta voltagem e a mais pura imaginação, sem hipócritas rotulos sociais.
Altamente recomendado para aqueles que ainda acreditam no bom e velho (e põe velho nisso) rock.

LONG LIVE ROCK'N'ROLL

Compositor e multi-instrumentista Arjen Lucassen se estabeleceu mundialmente como força motriz no hard rock progressivo. Quando conhecido pela sua ópera-rock do projeto Ayreon, o holandês multi-talentoso também regularmente embarca em projetos que exploram diferentes aspectos de sua personalidade musical. No seu projeto anterior (Guilt Machine's 'On This Perfect Day "de 2009) foi um caso relativamente relax e sutil, As musas de Lucassen responderam incitando-o a gravar algo forte, poderoso e nada sutil para esta nova versão. Assim, foi uma oportunidade perfeita para lançar a sua nave musical para a galáxia de sci-fi rock bombástico revisitando seu projeto STAR ONE .
O resultado é o álbum "Victims Of The Modern Age", o seguimento para o álbum de estréia Star One, "Space Metal (2002). Comparado ao Space Metal, o som geral do novo álbum é mais pesado, bombástico, mais voltado para a guitarra, e um pouco menos "espaço". As guitarras são mais graves, vigorosas e solos são abundantes, mas os solos de teclado Broek são igualmente abundantes e envolvente. Arjen também levantou a bola significativamente quando se trata de som do álbum: . "Eu acho que é minha melhor sonoridade em um álbum de estúdio, até hoje, é uma diferença enorme em comparação com o primeiro Star One. Para as guitarras que eu passei semanas experimentando com amplificadores e configurações diferentes em todas as combinações imagináveis - e que valeu a pena. Os timbres de som fantástico, e todos os vocalistas superaram-se, com performances ainda mais fortes do que eles fizeram na primeira vez. " Novamente, como com o trabalho anterior, "Victims Of The Modern Age" é um álbum conceitual. No entanto, esta é colocada na Terra ao invés de espaço. As músicas são baseadas em distópico e pós-apocalíptico de filmes de ficção científica. Típico de Lucassen, ele não iria divulgar filmes que inspiraram, deixando-a para a nossa especulação.


O álbum começa com um pouco de liderança instrumental em "Digital Rain", um exemplo claro do temperamento deste álbum: a melodia, o ritmo, tudo, a sorte de apenas estar em seu lugar, criando uma atmosfera muito boa de som. Há uma fusão de guitarra e teclado batalhando solo para morrer. E o arranjo vocal 4 no final é surpreendente.


 "TEarth That Was" começa brutalmente pesada. Novamente a guitarra / teclados rasgam solos, mas desta vez levando a um momento quase sombrio antes de explodir em um épico que terminou maciça. O trabalho de teclado de Joost van der Broek é impressionante.


"Human See, Human Do" possui alguns sons de novo como nada que Arjen tenha feito até hoje, blues, com uma ranhura que é tanto quanto desastrada e aparentemente simples, quando (se você é um músico que conhece), você sabe que não é. Direito fora do bastão você pode dizer que vai ser uma música divertida. Você não fica decepcionado.

"24 Hours" é uma espécie de balada épica, mas não apenas um aperitivo.




 
"Cassandra Complex" começa com alguns sintetizadores extraterrestre e depois ir para um riff bacana e um refrão muito bom, a música mais comercial do álbum. "It's Alive, She's Alive, We're Alive" apresenta melodias muito boas e arranjos de teclado que acompanha os vocais, que tipo explica toda a história em poucas palavras recapitulando e se você é um defensor dos álbuns conceituais, você vai encontrar um muita clareza.


Por fim, "It All Ends Here", uma ação canção em 3 partes embaladas e conclusivo para a história na mão. composição das Trevas e complexo.


Fundamentalmente, "Victims Of The Modern Age" é puro Arjen Lucassen, e um dos seus melhores trabalhos até à data. E enquanto Arjen intensificou à placa e entregou algumas das melhores partes de guitarra e teclado de sua carreira a lista de estrelas de vocalistas viveu até sua reputação e deu 110% para o álbum. 


Cada cantora tem seus próprios momentos para brilhar, especialmente Russell Allen (que ano!). Além disso, o guitarrista Gary Wehrkamp e teclado wiz Joost van den Broek (ótimo trabalho), desde solos de excitação que são espalhados por todo o álbum, eo baterista Ed Warby abriu uma nova dimensão na sua forma de tocar para cumprimentar as novas ideias musicais que foram jogados na mistura .


"Victims Of The Modern Age" é uma poderosa gravação, em geral, mas gostaria de ir tão longe como dizer que é um marco do gênero progressivo moderno, que está se tornando. Também é um bom álbum para os ouvintes que não pode ser tudo isso em suas músicas típicas prog. 


A qualidade da produção é uma das melhores que já ouvi nos últimos 20 anos. Este álbum proporciona grande e bombástica prog metal melódico / hard que intriga, sufoca, mas o mais importante; diverte.


01 - Down The Rabbit Hole
02 - Digital Rain
03 - Earth That Was
04 - Victim Of The Modern Age
05 - Human See, Human Do
06 - 24 Hours
07 - Cassandra Complex
08 - It's Alive, She's Alive, We're Alive
09 - It All Ends Here
----a) I Think Therefore I Am
----b) Four Years
----c) It All Ends Here

Vocals:
Russell Allen (Symphony X, Allen - Lande)
Damian Wilson (Threshold, Headspace)
Floor Jansen (ReVamp, ex-After Forever)
Dan Swanö (Nightingale, Second Sky, ex-Edge Of Sanity)

Ed Warby (Lana Lane, Ayreon) : Drums
Peter Vink (Ayreon, Finch) : Bass
Joost van der Broek (After Forever) : Keyboards solos (2,3,5,8)
Gary Wehrkamp (Shadow Gallery) : Guitar Solos (2,3,5,7)
Arjen Anthony Lucassen : Guitars, Hammond, Mellotron, Analog Synths

O MINISTÉRIO DA SAÚDE ADVERTE: AO COMPLETAR 70 ANOS, FAÇA COMO PELÉ, PENSE NAS CRIANCINHAS!!!

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Two Fires - Burning Bright - 2010

 
Alby Odum (Kevin Chalfant) - Guitarra.
Bill Cuomo (Bad Company, Jimi Jamison e Richard Marx) - Teclado.
Chuck Giacinto - (Kevin Chalfant) - Teclado.
Jim Widlowski - Bateria e percussão.
Kevin Chalfant (The Storm) - Vocal.
Michael Gardner - Guitarra e backing vocal.
Mike Higgins (Kevin Chalfant) - Backing vocal.
Randy Hatzer (Kevin Chalfant) - Baixo.
Shawn Fichter - Bateria e percussão.
Timmy Higgins - Bateria e percussão. 




KEVIN CHALFANT, UM CARA DONO DE UMA VOZ LINDA, MARAVILHOSA E PODEROSA.

PARTICIPOU DOS PROJETOS:

1982 - 707 MEGAFORCE
1983 - STEEL BREEZE, HEART ON THE LINE
1985 - THE VU, PHOENIX RISING, (ROSS VALORY =JOURNEY)
1991 - THE STORM, THE STORM, (GREGG ROLIE, ROSS VALORY, STEVE SMITH E JOSH RAMOS)
1997 - ALBUM SOLO RINING WITH THE WIND
1998 - THE STORM, EYES OF THE STORM
2000 - TWO FIRES, TWO FIRES
2002 - TWO FIRES, IGNITION
2004 - SHADOWS FATE, SHADOWS FATE
2006 - SHOOTING STAR, CIRCLES
2007 - ALBUM SOLO FLY TO FREEDOM, TRIBUTO A JOURNEY
2007 - LIBERTY N DAY, INDEPENDENCE DAY.

2010 - TWO FIRES - - Burning Bright


KEVIN CHAMOU A ATENÇÃO QUANDO FOI CONVIDADO A PARTICIPAR DA BANDA707 EM 1982 GRAVOU O DISCO DEMOMINADO MEGA FORCE QUE FOI O MAIS BEM SUCEDIDO DA BANDA JÁ QUE ANTERIORMENTE HAVIAM LANÇADO DOIS DISCOS COM VOCALISTAS PROVISÓRIOS ENTRE ELES OS NOMES COMO GREGG ROLIE E STEVE PERRY.
A MÚSICA INTITULADA MEGAFORCE ALCANÇOU O TOP #12 NA PARADA DA BILLBOARD E CHEGOU A #62 POSIÇÃO NO HOT 100 NESSA ÉPOCA A BANDA ABRIU SHOWS PARA BANDAS COMO REO SPEEDWAGON, SCORPIONS TED NUGENT E LOVERBOY.

EM 1983 KEVIN VAI PARA A BANDA STEEL BREEZE E PARTICIPA DO 2°ALBUM DA BANDA HEART ON THE LINE, AINDA LANÇARAM UM VIDEO CLIP DA MÚSICA YOU DON’T WANT ME ANYMOREAPESAR DE SER UM ALBUM MARAVILHOSO E CONTAR COM A PARTICIPAÇÃO DE CLARENCE CLEMONS E ALEX LIGERWOOD O DISCO NÃO OBTEVE EXITO.

EM 1985 KEVIN JUNTAMENTE COM ROSS VALORY QUE HAVIA SIDO DISPENSADO DO JOURNEY FORMAM O THE VU QUE INFELIZMENTE LANÇOU APENAS UM ALBUM, PORÉM OUTRA MARAVILHA.

MAS EM 1991 A SORTE DE KEVIN COMEÇA A MUDAR E ELE FORMA O THE STORM COM TRÉS EX-MEMBROS DO JOURNEY GREGG ROLIE, ROSS VALORY E STEVE SMITHS, O ALBUM ALCANÇOU A #133 E OS HOJE CLASSICOS I’VE GOT A LOT TO LEARN ABOUT ME ALCANÇOU A #6 POSIÇÃO E A BELISSIMA SHOW ME THE WAY ALCANÇOU O #22 NAS RADIOS E CHEGARAM A #26 POSIÇÃO NO HOT 100A BANDA SAIU EM TURNE MUNDIAL AO LADO DE FERAS COMO BRYAN ADAMS, EDDIE MONEY E PETER FRAMPTON.

EM 1993 GRAVAM O ALBUM EYE OF THE STORM OUTRA MARAVILHA QUE INFELIZMENTE FICOU ENGAVETADA PELA GRAVADORA E SÓ FOI LANÇADO EM 1998.
NESSE TEMPO A BANDA SE DESFAZ E KEVIN É CONVIDADO A SUBSTITUIR NINGUEM MENOS QUE STEVE PERRY NO JOURNEY.

KEVIN CHEGOU A SAIR EM TURNÊ COM O JOURNEY, É POSSIVEL ENCONTRAR IMAGENS DO SHOW FEITO EM SÃO FRANCISCO ONDE FICA PROVADO QUE O QUE OS FÃS FALAM REALMENTE É VERDADEIRO KEVIN CHALFANT NASCEU PARA SER VOCALISTA DO JOURNEY E NÃO HOUVE E NEM HAVERÁ UM VOCALISTA COM TAMANHA COMPETENCIA PARA CONDUZIR O VOCAL DO JOURNEY COMO KEVIN FAZIA, DEPOIS DE STEVE PERRY É CLARO, MAS COMO JÁ ERA DE SE ESPERAR APESAR DO TALENTO DE KEVIN O JOURNEY RESOLVE VOLTAR COM A FORMAÇÃO CLASSICA E STEVE VOLTA A ASSUMIR OS VOCAIS.

KEVIN PASSA A DEDICAR-SE A SUA CARREIRA SOLO E EM 1997 LANÇA OUTRA MARAVILHA O ALBUM RINING WITH THE WILD QUE COMO SEMPRE CONTA COM MÚSICAS MARAVILHOSAS, PORÉM DEVIDO A INVASÃO “BOY BAND” O ALBUM NÃO OBTEVE EXITO.

EM 1998 FINALMENTE FOI LANÇADO O ALBUM EYE OF THE STORM DO THE STORM QUE TAMBEM NÃO FOI BEM SUCEDIDO APESAR DE SER CONSIDERADO PELOS FÃS COMO O MELHOR TRABALHO DE KEVIN TANTO COMO VOCALISTA E COMO COMPOSITOR.

EM 2000 SAI O ALBUM TWO FIRES PROJETO DE KEVIN COM SEU GRANDE AMIGO JOSH RAMOS OUTRA MARAVILHA DE KEVIN. DEVIDO A BOA ACEITAÇÃO DOS FÃS EM 2002 KEVIN E JOSH REPETEM A DOSE COM O TWO FIRES IGNITION QUE APESAR DE SER UM OTIMO TRABALHO TENDIA UM POUCO PARA O POP E OS FÃS NÃO O ACIETARAM MUITO BEM.

EM 2004 KEVIN PARTICIPA DA BANDA SHADOWS FATE COM A QUAL GRAVA UM ALBUM DENOMINADO SHADOWS FATE UM DISCO MARAVILHOSO E RARISSIMO.
EM 2006 KEVIN É CONVIDADO A PARTICIPAR DA CLASSICA BANDA SHOOTING STAR E GRAVA O CD CIRCLES.

EM 2007 KEVIN DIVIDE-SE EM DOIS GRANDES PROJETOS 1°O ALBUM INDEPENDENCE DAY QUE CONTA COM A PARTICIPAÇÃO DE GRANDES NOMES DA MUSICA COMO:JOHN CORABI,PETER LORAN,JAMIE ST.JAMES,JACK RUSSELL,KELLY KEAGY,KELLY KEELING,TONY MILLS,TED POLEY,JANI LAINE,ENTRE OUTROS.2°O CD FLY 2FREEDOM QUE É UMA ESPECIE DE TRIBUTO AO JOURNEY.

O PRÓPRIO STEVE PERRY ELOGIOU O TRABALHO E COMENTOU SER O MELHOR TRIBUTO JÁ FEITO EM HOMENAGEM A BANDA.
ATUALMENTE KEVIN CHALFANT ESTÁ EM TURNÊ AO LADO DE GREGG ROLIE E EM IMAGENS DE SHOWS NO YOUTUBE PODEMOS VER O QUANTO ELE É ESTUPENDO.
MESTRE KEVIN CHALFANT, NÃO É A TOA QUE KEVIN É CONSIDERADO UM DOS MELHORES VOCALISTAS E COMPOSITORES DA HISTORIA DA MUSICA.


O  MINISTÉRIO DA SAÚDE ALERTA: ANTES DE AFOGAR SEU SUSPEITO DE TERRORISMO, CONSULTE UM ESPECIALISTA.

Ex-presidente dos EUA defende uso de tortura em livro

ex presidente autorizou simulações de afogamento contra suspeitos de terrorismo.


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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Excalion - High Time - 2010

Excalion foi criada em Dezembro de 2000, Konnevesi, Finlândia. No Outono de 2001 gravaram a primeira demo Forlorn.
No Outono de 2003 apresentaram a segunda demo, desta vez intitulada Obsession to Prosper. No final do ano garantiram um contrato com a editora Sound Riot Records.
Em Setembro de 2004 entraram no Studio Watercastle para gravarem o primeiro álbum, Primal Exhale.
No pricípio de 2005, antes do lançamento do álbum, a formação da banda alterou-se: Kimmo (guitarra) e Timo (baixo) deixaram a banda. O guitarrista Vesa Nupponen juntou-se á banda e guitarrista Tero ocupou o baixo.
Em Maio de 2006 começaram a gravar o álbum Waterlines, mais melódico que os anteriores.
"High Time"é o novo álbum dos Excalion, banda de Power Metal Finlandesa lançado em  29 de  Janeiro de 2010. O sucessor de "Waterlines" de 2007 foi produzido pela própria banda e por Arttu Sarvanne.


    * Vesa Nupponen – guitarra
    * Jarmo Myllyvirta - teclados
    * Tero Vaaja– baixo
    * Jarmo Pääkkönen– vocais
    * Henri Pirkkalainen– bateria

Tracklist:
01. Enter A Life
02. From Somewhere To Anywhere
03. Sun Stones
04. The Flags In Line
05. Bring On The Storm
06. The Shroud
07. Firewood
08. Lifetime
09. Quicksilver
10. A Walk On A Broken Road
11.
Foreversong

O MINISTÉRIO DA SAÚDE ADVERTE: FILET DE BRONTOSSAURO COM OVOS DE PITEROSSAURO PODE CAUSAR ASIA E MÁ DIGESTÃO!

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 50 anos dos "Flintstones"
 


I Yabba Dabba-Do!! Bedrock está em festa!! Os pré-históricos mais famosos do planeta estão comemorando 50 anos.

Quem não se lembra de Fred Flintstone e o seu melhor amigo Barney Rubble, ao lado de suas esposas Vilma e Bete, seus filhos Pedrita e Bambam e do Dino, o dinossauro de estimação que jogava o Fred no chão toda vez que ele chagava do trabalho ?

Criado nos estúdios Hanna-Barbera, os Flintstones foi exibido pela primeira vez na ABC no dia 30 de setembro de 1960 e teve 166 episódios, sendo que o último foi exibido no dia 1º de abril de 1966.

O sucesso da série foi tanto, que ele foi parar no horário nobre da tv. Criado por William Hanna e Joseph Barbera, até hoje é uma de suas mais rentáveis criações.

Estima-se que o desenho já foi assistido por mais de 300 milhões de telespectadores em 80 países e dublado em 22 idiomas e com certeza marcou diversas gerações.

Após a sua última temporada (1966), foi produzido o primeiro especial da série “Um Homem Chamdo Flintstone”, depois disso vários longas sobre as famílias de Bedrock foram exibidos e séries de desenhos baseados no original como “Bambam e Pedrita” (1971-1972), onde contava a história deles já adolescentes e “Flintstones nos Anos Dourados” (1986-1988), que narra as aventuras de Fred, Barney, Vilma e Betty quando eram crianças.



Parabéns para os Flintstones!!!
 

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Scarlet Sky [DISCOGRAFIA] RE-EPOST

FINALMENTE
LINK ATUALIZADO
É SÓ BAIXAR.....

Esta banda que começou em 1992, gravou dois LPs e tinha um terceiro que não passou da fase “demo”. Scarlet Sky foi idealizada pelo guitarrista Guto Marialva e pela vocalista e compositora Inajara Gonsalvez. Na sua primeira formação, a banda também contou com o grande Koko Gennari no baixo e Gérard DeLeu na bateria.




O nome Scarlet Sky é de autoria da vocalista Inajara. Num final de tarde ela e Guto estavam observando um belíssimo pôr-do-sol com cores incríveis. A cor do céu possuia variações de amarelo, vermelho, púrpura e azul, compondo um cenário meio bíblico. Ela ficou observando aquilo quieta e, depois os dois comentaram que aquele céu parecia preceder uma "anunciação" de algum evento extraordinário. Foi então que Inajara veio com o nome Scarlet Sky. No mesmo instante Guto Marialva criou a música "Tempest". Esta música ficou guardada, e acabou vindo abrir o segundo LP da banda.



Scarlet Sky [DISCOGRAFIA] RE-REPOST



INAJARA
http://www.metalmaidens.com/encyclopedia2.htm



É muito bom quando a gente faz alguma coisa legal que proporciona alegria para os amigos e até para os inimigos, pois como já dizia Frejat:
..."SOU EU QUE ESCOLHO E FAÇO OS MEUS INIMIGOS"... 
atendendo a insistentes e-mails com pedidos de amigos Franceses, Chilenos, Finlandeses, Poloneses, Holandeses, Americanos e Ingleses, vou repostar



Scarlet Sky - The Portrait Of A Nation - 1994




Como meu primeiro post gostaria de brindar a tds akeles q gostam de um rock vomitado por mulher (e q mulher he! he! he!), segurem-se nas cadeiras e kurtam SCARLET SKY.


Esta banda que começou em 1992, gravou dois LPs e tinha um terceiro que não passou da fase “demo”. Scarlet Sky foi idealizada pelo guitarrista Guto Marialva e pela vocalista e compositora Inajara Gonsalvez. Na sua primeira formação, a banda também contou com o grande Koko Gennari no baixo e Gérard DeLeu na bateria.

O nome Scarlet Sky é de autoria da vocalista Inajara. Num final de tarde ela e Guto estavam observando um belíssimo pôr-do-sol com cores incríveis. A cor do céu possuia variações de amarelo, vermelho, púrpura e azul, compondo um cenário meio bíblico. Ela ficou observando aquilo quieta e, depois os dois comentaram que aquele céu parecia preceder uma "anunciação" de algum evento extraordinário. Foi então que Inajara veio com o nome Scarlet Sky. No mesmo instante Guto Marialva criou a música "Tempest". Esta música ficou guardada, e acabou vindo abrir o segundo LP da banda.

Trocando bateristas
Gérard DeLeu teve uma passagem relâmpago e logo foi substituído por Ricardo Confessori que, também saiu em seguida para integrar a banda Korzus. Entrou então o baterista Alex Nasser, que acabou gravando os dois únicos álbuns lançados.

Uma proposta internacional
Scarlet Sky assinou contrato com o produtor espanhol, Jorge Alvarez, O contrato foi assinado por intermédio de seu representante no Brasil, o empresário teatral Billy Bond (ex-vocalista da banda veterana Joelho de Porco). O objetivo do produtor espanhol era encontrar no cenário brasileiro uma banda que pudesse fazer par ao Sepultura.


Na fase de seleção das bandas a “demo” do Scarlet Sky despertou a atenção do produtor que ao ser informado que aquele vocal poderoso emanava da garganta de uma “gatinha” loira, assinou na hora um contrato para a gravação de 4 álbuns em 5 anos.




O contrato incluía lançamentos na Europa e Argentina. Os álbuns não deveriam ser lançados no Brasil. Tratava-se de produto para exportação.

Foi um sonho não consumado!
Infelizmente, nada do que estava planejado concretizou-se e o projeto foi interrompido com o lançamento do segundo LP.

O Primeiro Álbum: Scarlet Sky
Billy Bond co-produziu com Guto Marialva para a Sazam Records sob licença da Trash-B Records da Argentina o primeiro LP que foi lançado em 1993 e chamou-se simplesmente Scarlet Sky. Billy Bond também produziu o vídeo que agora torno público (veja no final desta página). Este álbum mostra um som básico, direto e pesado onde destaca-se o vocal inacreditável da Inajara que canta mais agressivo do que muito homem.

Os músicos presentes no primeiro álbum são: Inajara Gonsalvez (Vocal), Guto Marialva (Guitarra), Koko Gennari (Baixo) e Alex Nasser (Bateria).

O segundo LP foi lançado em 1994 e chamou-se The Portrait Of A Nation (Retrato de uma Nação). O baixista Koko Gennari tinha saído da banda e Guto Marialva tocou todos os instrumentos exceto a bateria que ficou à cargo do baterista Alex Nasser. Nos créditos consta o nome de Stephano Mucsi no baixo mas é tudo mentira pois foi o Guto que tocou tudo. O álbum, segundo o próprio Guto, é muito mais elaborado que o primeiro e com um resultado sonoro muito superior. Este álbum possui um cover muito interessante da música Strange Days do grupo The Doors onde Inajara mostra um vocal mais melódico e contém também um cover radical da música Why da banda punk Exploited.

Infelizmente não existem fotos do Scarlet Sky tocando ao vivo mas, parece que existe um vídeo de uma furiosa apresentação de 25 minutos feita no finado Victória Pub, acho que acontecida por volta de 1992. Vagas informações, não confirmadas, dizem que cópias piratas andaram circulando pela Grandes Galerias (Galeria do Rock) em SP.

O que aconteceu com os músicos?

Guto Marialva


Guto sempre atuou no cenário brasileiro de rock e música em geral. Foi o primeiro guitarrista da banda RPM (Antes que a banda estourasse na mídia). Guto mais tarde, retornou para acompanhar Paulo Ricardo na sua carreira solo, tendo gravado o LP Psicotrópico com ele. Participou ao longo dos anos de incontáveis gravações destinadas à publicidade, acompanhou vários artistas do cenário e atualmente é o compositor e produtor do disco de retorno do legendário Joelho de Porco que foi, “reinventado” por sua maior figura, o vocalista paulistano Próspero Albanez. Em julho de 2008 o disco estava em fase final de mixagem. Atualmente, Guto toca em um trio de Pop/Rock/Acústico chamado Cármina, onde é responsável pelos arranjos instrumentais. (www.carmina.com.br)
Inajara Gonsalvez

Vagas informações nos dão conta de que a Inajara parece que abandonou a carreira artística e dedica-se à capoeira lecionando em afamados colégios de São Paulo. Se ela luta com a mesma agressividade que cantava, tenho dó dos seus oponentes pois certamente ela é uma gata com unhas de leopardo! O site alemão “Metaleros”, afirma que a temática altamente política da banda era resultante da militância política da Inajara no Partido Comunista Brasileiro. Minhas pesquisas revelaram que muito embora ela não tenha sido filiada oficialmente, Inajara sempre foi simpatizante da causa e sempre freqüentou comícios e outros eventos relacionados.

Gonsalvez ou Gonçalves? Em algum momento, Inajara por razões pessoais e não questionadas pelo restante da banda, resolveu alterar a grafia do sobrenome Gonçalves para Gonsalvez. Quem sabe ela estivesse pensando no mercado estipulado no contrato da banda que visava a Europa, principalmente, Espanha (terra natal do produtor) ou talvez, quem sabe o mercado argentino pelo qual Inajara nutria particular interesse.

Koko Gennari

Koko foi o baixista membro fundador da banda Patrulha do Espaço na sua primeira formação ainda com o legendário Arnaldo Baptista nos vocais. Koko vive à vários anos em Londres, fazendo universidade onde está especializando-se em Jazz. Sou orgulhoso de dizer que tenho alguma coisa à ver com sua mudança para Londres. O Koko disse que saiu da banda porque “estava cansado de ter que fazer cara de mau e ser forçado a se vestir meio grunge”. O guitarrista Guto confirmou e acrescentou:

“Seriamente falando, as palavras do meu amigo Koko são literalmente a mais pura expressão da verdade. Una-se a isto um descontentamento natural pelo rumo que as coisas estavam tomando, cláusulas de contrato que não estavam sendo cumpridas pelo contratante, o triste panorama da falta de lugares para tocar, pouco dinheiro... e, como resultado, temos a receita certa para um motim a bordo.”

Alex Nasser

Alex continua na ativa, quebrando tudo, e recentemente juntou-se ao Guto para colocar a bateria nas gravações de algumas faixas do álbum do Joelho de Porco que está por ser lançado.











Fonte: Memórias do Rock Brasileiro
http://www.celsobarbieri.co.uk/index.php?option=com_content&task=view&id=79&Itemid=9


Scarlet Sky - 1993





Scarlet Sky - The Portrait Of A Nation - 1994



Scarlet Sky - Virus of Corruption - 1993



SCARLET SKY - Virus of Corruption
VIDEO (1993)

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

1980 - Judas Priest - British Steeler - Calderone Concert Hall , Long Island, New York , USA


(Soundboard :: Japanese Bootleg :: 320 kbps)

Judas Priest: British Steeler. (Bondage Music :: BON-073)

Recorded Live at Calderone Concert Hall, Long Island, New York , USA - July 05, 1980.

Soundboard Recording :: Japanese CDR Bootleg :: CBR 320 kbps.


01. Hell Bent For Leather

02. The Ripper

03. Running Wild

04. Living After Midnight

05. Sinner

06. Beyond The Realms Of Death

07. You Don't Have To Be Old To Be Wise

08. The Grinder

09. Victim Of Changes

10. Steeler

11. Genocide

12. Tyrant

13. Green Manalishi (With The Two-Pronged Crown)

Files: 13. :: Size: 173,95 MB.

Total Time: 01:16:01 hour/s.

*** British Steel American Tour ***

Personnel:

:: Vocals: Rob Halford

:: Guitar: Glenn Tipton

:: Guitar: K. K. Downing

:: Bass: Ian Hill

:: Drums: Dave Holland.

Notes: soundboard rating 8/10, slight distortion on some tracks. Rob and the boys play with a good amount of energy and the crowd seems to have a very good time.<-(Info taken from original nfo file).

O MINISTÉRIO DA SAÚDE ADVERTE: FUMAR CAUSA ESQUECIMENTO, PORTANTO DEPOIS DE ENROLAR E ANTES DE ACENDER, LEMBRE-SE DE ANOTAR QUAL QUEIMA MELHOR, BIBLIA OU ALCORÃO!


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sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Ingressos a venda: INTERNATIONAL BURN A KORAN DAY 9/11/2010 6PM 9PM



Pastor BUNDÃO dos EUA suspende, por ora, plano de queimar Alcorão

Plantão | Publicada em 10/09/2010 às 13h19m
Reuters/Brasil Online

Por David Alexander

WASHINGTON (Reuters) - O pastor de uma pequena igreja da Flórida, que despertou a preocupação de líderes dos EUA e causou a revolta de muçulmanos em todo o mundo, disse nesta sexta-feira que não planeja mais queimar cópias do Alcorão no aniversário dos ataques de 11 de Setembro.

Mas o pastor Terry Jones pareceu deixar aberta a possibilidade de mudar de ideia se não se concretizar uma reunião proposta para sábado, em Nova York, com lideranças muçulmanas que planejam construir uma mesquita nas proximidades do local dos ataques de 2001 ao World Trade Center.

"No momento, planejamos não fazê-lo (queimar o Alcorão)", disse Jones ao programa "Good Morning America", da rede ABC. Jones disse que um imã da Flórida lhe prometeu um encontro com o imã de Nova York Abdul Rauf em troca do cancelamento da queima do Alcorão.

Abdul Rauf está ao centro da controvérsia em torno da mesquita em Nova York.

"Se nos reunirmos com ele no sábado, então é claro que não queimaremos o Alcorão", disse Jones em outra participação na TV, esta no programa "Today", da NBC.

O imã Muhammad Musri, presidente da Sociedade Islâmica da Flórida Central, disse à ABC que não prometeu que o centro islâmico proposto para Nova York será transferido para outro lugar. Musri disse que apenas concordou em entrar em contato com os organizadores em Nova York e defender a mudança de local.

"A reunião vai acontecer", disse Musri à ABC. Mas ele acrescentou que Jones "exagerou minhas declarações. Eu disse a ele que, na condição de imã, estou disposto a entrar em contato com o imã em Nova York, de muçulmano para muçulmano, e pedir em nome de Jones que seja programado um encontro."

Sharif el Gamal, responsável pelo projeto da mesquita em Nova York, disse em comunicado que não é verdade que o local do centro será mudado.

Luke, filho adulto de Terry Jones, disse a repórteres - usando uma arma no quadril devido às ameaças de morte recebidas por membros da igreja - que seu pai vai viajar a Nova York ainda nesta sexta-feira.

Indagado se a queima do Alcorão vai acontecer, ele respondeu: "Pelo que se sabe até agora, não."

"DANO PROFUNDO"

O presidente Barack Obama disse nesta sexta esperar que o pastor realmente não queime os exemplares do Alcorão, algo que, segundo ele, poderia provocar "danos profundos" para os interesses dos EUA no exterior.

"A ideia de que nós queimaríamos o texto sagrado da religião de alguém é contrária àquilo que este país apoia", disse Obama em entrevista à imprensa em Washington.

O local proposto para a construção do centro islâmico em Nova York vem sendo repudiado por muitos americanos, que o consideram insensível diante as famílias das vítimas dos ataques que mataram quase 3.000 pessoas. Enquanto isso, a ameaça de queima do Alcorão feita pelo minúsculo Centro Dove World Outreach, do pastor Terry Jones, suscitou reações de revolta no mundo muçulmano.

Milhares de pessoas saíram às ruas em todo o Afeganistão na sexta-feira, algumas delas ameaçando atacar bases norte-americanas.

Na quinta-feira o secretário de Defesa dos EUA, Robert Gates, telefonou a Jones exortando-o a não seguir adiante com seu plano, disse um representante do Pentágono.

O porta-voz do Pentágono Geoff Morrell disse que, no telefonema curto que fez a Jones, Gates expressou "receios graves" diante da possibilidade de a queima do Alcorão" "colocar em risco as vidas de membros de nossas forças, especialmente no Iraque e Afeganistão."

(Reportagem adicional de Ben Gruber em Gainesville, Pascal Fletcher e Kevin Gray em Miami, redação de Teerã, e Matt Spetalnick, Alister Bull, Andrew Quinn e Phil Stewart em Washington)

Venom - At War With Satan - 1984

O MINISTÉRIO DA SAÚDE ADVERTE: AO QUEIMAR O SEU EXEMPLAR EVITE QUEIMADURAS ATIRANDO-O O MAIS LONGE QUE PUDER.

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quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Halford - Live Insurrection - 2001



Quando Rob Halford resolveu sair do Judas Priest no começo dos anos 90, todos imaginaram que seria o fim da linha para ambos. No entanto, após algumas tropeçadas, as duas partes conseguiram seguir em frente com suas carreiras e lançaram belos trabalhos: O Judas com o seu novo vocalista Tim “Ripper” Owens e o Halford com seus projetos (primeiro o Thrash do Fight, depois o fraquinho Industrial Two e, finalmente, o poderoso Heavy Metal Tradicional do Halford).
Neste registro ao vivo, temos um belo apanhado de toda a carreira de Rob, desde os tempos do Judas, passando por todos os seus projetos, exceto pelo Two, que não se tratava de um projeto de Heavy Metal.
Este duplo ao vivo deve ser entendido como uma espécie de “coletânea” das bandas por onde Rob já passou, contendo muitos clássicos do Judas em versões matadoras (Breaking The Law, Metal Gods, Electric Eye, etc), mas o que mais chama a atenção são as músicas que não eram tocadas há décadas. Peguemos por exemplo Stained Class, música do álbum homônimo lançado em 1978 e que só era tocada pelo Judas nos shows deste mesmo ano (há exatos 26 anos!), não estando presente nem no primeiro álbum ao vivo, o Unleashed in the East, de 1979.

O fato de uma música ter sido “esquecida” nas últimas décadas, não quer dizer que ela seja necessariamente ruim, pelo contrário: Stained Class, Tyrant, Genocide e Running Wild são clássicos eternos do Metal e marcam presença em Live Insurrection com versões ainda mais pesadas, porém igualmente divertidas.
Aliás, os músicos da banda Halford são extremamente técnicos e competentes, mantendo aquele duelo das guitarras, tradicional do Judas Priest, e a pegada da cozinha, respeitando as origens da banda.
Da fase Fight, marcam presença as músicas mais conhecidas (e pesadas) do primeiro trabalho como Into The Pit, Life In Black e Nailed To The Gun.
Já do Halford temos as músicas mais legais do primeiro Cd da banda, como Resurrection – que abre o Disco 1 em grande estilo, passando por Made in Hell, The One You Love to Hate (com participação especial do grande Bruce Dickinson do Iron Maiden – sendo que essa versão foi gravada durante uma passagem de som e não durante o show) e Saviour, entre outras.
Além de tudo isso, temos ainda três faixas de estúdio inéditas que são bem interessantes e seguem a linha mais pesada, já apresentada no Resurrection.
Uma grande reclamação de público que compra trabalhos ao vivo ultimamente são os overdubs, ou seja “acertos” realizados em estúdio para corrigir um solinho de guitarra, uma desafinada ou algum outro erro que pode ter ficado muito evidente. Como nada é perfeito, em Live Insurrection eles existem e são bem perceptíveis.
Em algumas faixas, a voz de Rob destoa do resto da banda dando uma sensação incômoda de que a banda e o vocalista pareciam estar tocando em locais diferentes.
Felizmente, o ouvinte acaba deixando passar esses deslizes quando está curtindo os velhos e bons sons que influenciaram e ainda influenciam tanta gente.
As músicas também não foram todas gravadas na mesma noite, o que pode reforçar essa sensação de “estranheza” ao ouvir algumas das versões, mas o som da gravação do público está bem alto e, obviamente, ele interage muito mais quando os velhos clássicos entram em cena roubando o show.
Pode comprar sem medo, até porque, agora, depois da euforia do Rock In Rio, a gravadora resolveu abaixar o preço deste CD duplo e ele está bem mais acessível.
É sempre bom ouvir uma das vozes mais criativas, versáteis e marcantes do Metal tocando suas melhores músicas em suas noites mais inspiradas.
Um belo registro para os mais de 30 anos de carreira de Rob Halford e um belo presente para os fãs.

Fonte do texto: Delfos (matéria de 2004)

01 Resurrection (4:02)
02 Made in Hell (4:13)
03 Into the Pip (4:15)
04 Nailed to the Gun (3:35)
05 Light Comes Out of Black (5:00)
06 Stained Glass (5:32)
07 Jawbreaker (3:25)
08 Running Wild (3:02)
09 Slow Down (4:40)
10 TheOne You Love to Hate (3:11)
11 Life in Black (4:26)
12 Hell's Last Survivor (3:24)
13 Sad Wings (3:33)
14 Saviour (2:58)
15 Silent Screams (7:31)

01 Cyberworld (3:15)
02 TheHellion (:48)
03 Electric Eye (3:29)
04 Riding on the Wind (3:10)
05 Genocide (1st Encore) (7:36)
06 Beyond the Realms of Death (6:51)
07 Metal Gods (2nd Encore) (4:34)
08 Breaking the Law (3:50)
09 Blackout (4:19)
10 Tyrant (Studio Track) (4:40)
11 Screaming in the Dark (3:41)
12 Heart of a Lion (3:51)
13 Prisoner of Your Eyes (4:34)

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Homossexualismo nas categorias de base, jogadores saindo pelados em revistas Homossexuais e saindo com Homossexuais, claro, vários campeonatos conquistados na Parada Gay.