quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Stratovarius - Darkest Hours [EP] - 2010

Track Listing

1. Darkest Hours 04:10
2. Infernal Maze 05:34
3. Darkest Hours (Demo) 04:35
4. Against The Wind (Live) 04:02
5. Black Diamond (Live) 07:30

Download HERE.
 
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O frontman do STRATOVARIUS, Timo Kotipelto, concedeu entrevista recemente ao site Bravewords.com onde ele fala do novo álbum da badna "Elysium", dá uma indireta em Timo Tolkki ao falar que o novo guitarrista Matias Kupiainen é "o melhor guitarrista com quem já tocou ao vivo e não comete erros", e, claro, fala do baterista Jorg Michael.
Nada mais vai como o planejado, mas isso pode ser algo positivo. É o caso com o STRATOVARIUS, que tinha planejado terminar 2010 trabalhando no novo álbum com o lançamento marcado para fevereiro/maio de 2011. Em vez disso, a banda fez uma jogada surpresa para lançar o novo singles em novembro de 2010 contando com as faixas inéditas “Darkest Hours” e “Infernal Maze” em antecipação de uma turnê europeia como banda de apoio para os veteranos alemães do Helloween. Na mesma época o novo álbum, “Elysium”, foi impulsionado para frente para chegar às lojas em janeiro de 2011.


O frontman Timo Kotipelto saúda o familiar caos pré-lançamento, especialmente agora que o Stratovarius tem um importante segundo álbum contando com o novo guitarrista Matias Kupiainen. Ele admite, no entanto, que o burburinho gerado até agora em antecedência ao novo álbum é uma surpresa.
“Isso começou junho passado quando nós recebemos uma ligação da galera do Helloween  perguntando se queríamos excursionar com eles. Nós estávamos planejando lançar o álbum no próximo ano, mas nada estava definido, então quando surgiu a oferta tínhamos algo faltando. O álbum não estaria finalizado antes que a turnê começasse, então decidimos lançar o single. A ideia para o EP veio da gravadora, e eu acho que foi uma boa ideia. O álbum em si está sendo masterizado, como falamos. Está concluído.”

Kotipelto concorda que o STRATOVARIUS tem sorte de ter assinado com a Edel/earMusic, um selo que tem mostrado cada vez mais sua presença na cena do metal ao longo dos últimos anos. Como com o lançamento de “Polaris”, a Edel investiu consideráveis tempo e dinheiro na promoção da turnê com o Helloween e no single “Darkest Hours”; uma raridade atualmente na era das gravadoras serem excessivamente cautelosas sobre como investir suas finanças.
“Nós estamos muito felizes com o trabalho que a Edel está fazendo. Como você mesmo disse: os álbuns não estão vendendo tantas cópias como costumavam vender, muitos selos não estão contratando novas bandas, e se eles contratam novas bandas não as promovem muito bem. A Edel fez um monte de trabalho para Polaris e nós temos um ótimo relacionamento com eles. Nós estamos felizes que eles realmente estão fazendo esse tanto de trabalho para nós. Parece que vão ser cinco a seis meses inteiro de turnê para o novo álbum, que é muito, mas é bom para nós”

Muitos dos fãs concordam que “Polaris” foi uma tentativa legal, mas não o completo álbum do Stratovarius old school pelo qual todos estavam aguardando. “Elysium” é, no entanto, o ‘inferno ou paraíso’ da banda. Questionado se ele aprendeu alguma coisa da experiência que foi aplicada – ou não - no “Polaris” para o novo álbum, Kotipelto diz que foi circunstância de negócios como de costume em certa medida, apesar de ter um ambiente de trabalho diferente.
“Eu fiz 12 a 13 álbuns em minha vida e é basicamente sempre a mesma correria agitada para cumprir com o prazo. É muito estressante, então basicamente eu não aprendi nada (risadas). Trabalhar no novo álbum foi diferente do ‘Polaris’, certamente, pois o Matias tinha acabado de se juntar à banda quando começamos a fazer demos para o último álbum. Nós não tínhamos a experiência com essa formação como temos agora. O novo álbum não é totalmente diferente do ‘Polaris’, mas ele é diferente. Diria que o novo álbum é meio que um álbum que o ‘Polaris’ deveria ter sido, mas certamente não foi possível naquela época. Espero que ele não soe tão diferente do que as pessoas esperam. O material soa como o passado mas ele é apresentado meio que de maneira moderna.”
“Muito do novo material é na verdade composto por Matias”, ele revela. “Há duas músicas do Jens (Johansson, tecladista) e uma minha. Há uma extensa música no álbum, a qual é em torno de 18 minutos divididos em três diferentes partes. Nós estávamos pensando que elas deveriam ser indexadas separadamente, mas acabou no álbum apenas como uma extensa canção.”
“Fiquei agradavelmente surpreendido”, Kotipelto fala de Kupiainen. “Ele é provavelmente o melhor guitarrista com quem já toquei ao vivo. Não sei qual é o problema dele, mas ele não comete nenhum erro (risadas). Quando ele se juntou à banda nós não estávamos firmes como um grupo por que não tínhamos tocado juntos ao vivo, mas fizemos em torno de 100 shows para o ‘Solaris’. Aqueles quatro ou cinco meses nos fizeram mais firmes e Matias está mais relaxado por que ele sabe o que esperamos e o que os fãs esperam.”

O próximo álbum é também um passo importante no sentido de apagar o drama dos últimos anos e as consequências que perseguem a banda desde que eles decidiram continuar sem o guitarrista Timo Tolkki.
“Eu acho que a mídia nos levará mais a sério novamente. Alguns deles acharam que nós estávamos apenas vivendo de nosso passado com o ‘Polaris’, achando que não poderíamos compor nada sem o Tolkki. Se você escutar o novo álbum você verá que nós não precisamos mais dele na banda. Nós o respeitamos como um compositor, mas definitivamente nós seguimos em frente.”

O foco está sobre a turnê, porém, não no que a mercenária mídia pensa.
“Eu vejo a turnê como uma oportunidade realmente ótima para nós – e para o Helloween – alcançarmos mais pessoas juntos. Especialmente para nós, pois eles já tinham essa turnê marcada; foi fácil para nós entrarmos nela. Os fãs estão muito entusiasmados a respeito dessa ideia de ter duas bandas da antiga de power metal sairem por aí juntas. O power metal não tem sido muito popular ao longo dos últimos anos, mas algumas das bandas que foram maiores no passado ainda estão lá. Eu não acho que há muitas opções para os fãs deste tipo de música quando se trata de shows, então eu acho que essa vai ser uma ótima turnê.

Infelizmente, souberam duas semanas antes da turnê que o baterista Jörg Michael foi diagnosticado com câncer. Um duro golpe para a banda em seu caminho de volta, mas Kotipelto diz que Michael não estava disposto a assistir o Stratovarius ficar paralizado por sua causa.
“Jörg nos disse que não deveríamos cancelar a turnê, que deveríamos começar a turnê sem ele, e ele está planejando se juntar a nós em janeiro. Acredito que ele vencerá o câncer. Agora ele está fazendo tratamento com iôdo [N.T.: a tireoide produz hormônios à base de iodo, daí o porquê dele fazer uso desse tratamento] e ele não pode estar na primeira perna [da turnê] com a gente, mas o vi durante o fim de semana e ele estava muito otimista a respeito de seu retorno.

Os ensaios com (o substituto temporário) Alex Landenburg estão indo bem; ele é um ótimo baterista e um cara muito legal. Nós tentaremos fazer tão ótimos shows quanto possível, considerando a situação. A doença de Jörg veio com um choque total para nós e levou dias para entender o sentido disso tudo. Ele é um lutador e não desistirá, e aguarda ansiosamente seu retorno triunfal”.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O MINISTÉRIO DA SAÚDE ADVERTE: AO VISITAR O MORRO DO ALEMÃO, LEVE UM INTERPRETE!!!

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

EXCITER - Death Machine - 2010



Novo disco dos pioneiros do thrash metal canadense. Quanto à direção musical do novo material do EXCITER, o baixista Rob "Clammy" Cohen disse ao programa de rádio grego "Metalzone" no final de junho, "É o EXCITER clássico, com certeza. É rápido e na sua cara - direto."
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Tracklisting
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01. Death Machine
02. Dungeon Descendants
03. Razor In Your Back
04. Pray For Pain
05. Power And Domination
06. Hellfire
07. Demented Prisoners
08. Slaughtered In Vain
09. Skull Breaker
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Band:

Kenny "Metal Mouth" Winter - Vocals
John Ricci - Guitar
Robert "Clammy" Cohen - Bass
Richard "Rik" Charron - Drums
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Download (filesonic): Link + Covers
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O MINISTÉRIO DA SAÚDE ALERTA: AO CORRER EVITE A  DIARREIA, O LIQUIDO QUE ESCORRE PELAS PERNAS PODE CAUSAR ESCORREGÕES!

Dragonheart - 2002 - Throne Of The Alliance

Segundo álbum da banda Brasileira de Heavy Metal, som marcante que lembra nomes como Grave Digger, Running Wild e a própria cena N.W.O.B.H.M.
 
01 - The Beginning ...
02 - Throne Of The Alliance
03 - The Blacksmith
04 - Ghost Galleon
05 - Facing The Mountain
06 - Mountain Of The Rising Storm
07 - Mystical Forest
08 - Into The Hall
09 - Hall Of Dead Knights
10 - Betrayal In The Coast Of Raven
11 - ... And The Dark Valley Burns
12 - Sunrise In The Akronis Sky
13 - Rebellion ( The Clans Are Marching) (Grave Digger Cover)

Opção 1: Fileserve:

Opção 2: Megaupload:

Opção 3: Mediafire:



O MINISTÉRIO DA SAÚDE ADVERTE: AO FAZER EXERCÍCIOS PROCURE SEMPRE UM MÉDICO!

AC/DC - Rough & Tough - 2006

1 Introduction
2 Hells Bells
3 Baby please don't go
4 Let's get it up
5 Show Business
6 Nervous Shakedown
7 High Voltage
8 Flick of the Switch
9 T.N.T
10 What do you do for money honey
11 Jailbreak
12 Rock and Roll ain't Noise Pollution
13 Dirty deeds done dirt cheap
14 For those about to Rock (we salute you)
15 Dog eat Dog
16 Danger
17 Let there be Rock
18 Endless Rock (Instrumental)

DOWNLOAD

 










O MINISTÉRIO DA SAÚDE ALERTA: CORRER É UM ÓTIMO EXERCÍCIO, EVITE  APENAS AS BALAS PERDIDAS!

 



segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Star One - Victims Of The Modern Age - 2010

Eu, Doctor.rock sou fã incondicional deste holandes voador, ouvir  qualquer projeto desse louco duende me faz flutuar entre as galaxias  metalicas do rock em todas as suas vertentes, rios de paixão, alta voltagem e a mais pura imaginação, sem hipócritas rotulos sociais.
Altamente recomendado para aqueles que ainda acreditam no bom e velho (e põe velho nisso) rock.

LONG LIVE ROCK'N'ROLL

Compositor e multi-instrumentista Arjen Lucassen se estabeleceu mundialmente como força motriz no hard rock progressivo. Quando conhecido pela sua ópera-rock do projeto Ayreon, o holandês multi-talentoso também regularmente embarca em projetos que exploram diferentes aspectos de sua personalidade musical. No seu projeto anterior (Guilt Machine's 'On This Perfect Day "de 2009) foi um caso relativamente relax e sutil, As musas de Lucassen responderam incitando-o a gravar algo forte, poderoso e nada sutil para esta nova versão. Assim, foi uma oportunidade perfeita para lançar a sua nave musical para a galáxia de sci-fi rock bombástico revisitando seu projeto STAR ONE .
O resultado é o álbum "Victims Of The Modern Age", o seguimento para o álbum de estréia Star One, "Space Metal (2002). Comparado ao Space Metal, o som geral do novo álbum é mais pesado, bombástico, mais voltado para a guitarra, e um pouco menos "espaço". As guitarras são mais graves, vigorosas e solos são abundantes, mas os solos de teclado Broek são igualmente abundantes e envolvente. Arjen também levantou a bola significativamente quando se trata de som do álbum: . "Eu acho que é minha melhor sonoridade em um álbum de estúdio, até hoje, é uma diferença enorme em comparação com o primeiro Star One. Para as guitarras que eu passei semanas experimentando com amplificadores e configurações diferentes em todas as combinações imagináveis - e que valeu a pena. Os timbres de som fantástico, e todos os vocalistas superaram-se, com performances ainda mais fortes do que eles fizeram na primeira vez. " Novamente, como com o trabalho anterior, "Victims Of The Modern Age" é um álbum conceitual. No entanto, esta é colocada na Terra ao invés de espaço. As músicas são baseadas em distópico e pós-apocalíptico de filmes de ficção científica. Típico de Lucassen, ele não iria divulgar filmes que inspiraram, deixando-a para a nossa especulação.


O álbum começa com um pouco de liderança instrumental em "Digital Rain", um exemplo claro do temperamento deste álbum: a melodia, o ritmo, tudo, a sorte de apenas estar em seu lugar, criando uma atmosfera muito boa de som. Há uma fusão de guitarra e teclado batalhando solo para morrer. E o arranjo vocal 4 no final é surpreendente.


 "TEarth That Was" começa brutalmente pesada. Novamente a guitarra / teclados rasgam solos, mas desta vez levando a um momento quase sombrio antes de explodir em um épico que terminou maciça. O trabalho de teclado de Joost van der Broek é impressionante.


"Human See, Human Do" possui alguns sons de novo como nada que Arjen tenha feito até hoje, blues, com uma ranhura que é tanto quanto desastrada e aparentemente simples, quando (se você é um músico que conhece), você sabe que não é. Direito fora do bastão você pode dizer que vai ser uma música divertida. Você não fica decepcionado.

"24 Hours" é uma espécie de balada épica, mas não apenas um aperitivo.




 
"Cassandra Complex" começa com alguns sintetizadores extraterrestre e depois ir para um riff bacana e um refrão muito bom, a música mais comercial do álbum. "It's Alive, She's Alive, We're Alive" apresenta melodias muito boas e arranjos de teclado que acompanha os vocais, que tipo explica toda a história em poucas palavras recapitulando e se você é um defensor dos álbuns conceituais, você vai encontrar um muita clareza.


Por fim, "It All Ends Here", uma ação canção em 3 partes embaladas e conclusivo para a história na mão. composição das Trevas e complexo.


Fundamentalmente, "Victims Of The Modern Age" é puro Arjen Lucassen, e um dos seus melhores trabalhos até à data. E enquanto Arjen intensificou à placa e entregou algumas das melhores partes de guitarra e teclado de sua carreira a lista de estrelas de vocalistas viveu até sua reputação e deu 110% para o álbum. 


Cada cantora tem seus próprios momentos para brilhar, especialmente Russell Allen (que ano!). Além disso, o guitarrista Gary Wehrkamp e teclado wiz Joost van den Broek (ótimo trabalho), desde solos de excitação que são espalhados por todo o álbum, eo baterista Ed Warby abriu uma nova dimensão na sua forma de tocar para cumprimentar as novas ideias musicais que foram jogados na mistura .


"Victims Of The Modern Age" é uma poderosa gravação, em geral, mas gostaria de ir tão longe como dizer que é um marco do gênero progressivo moderno, que está se tornando. Também é um bom álbum para os ouvintes que não pode ser tudo isso em suas músicas típicas prog. 


A qualidade da produção é uma das melhores que já ouvi nos últimos 20 anos. Este álbum proporciona grande e bombástica prog metal melódico / hard que intriga, sufoca, mas o mais importante; diverte.


01 - Down The Rabbit Hole
02 - Digital Rain
03 - Earth That Was
04 - Victim Of The Modern Age
05 - Human See, Human Do
06 - 24 Hours
07 - Cassandra Complex
08 - It's Alive, She's Alive, We're Alive
09 - It All Ends Here
----a) I Think Therefore I Am
----b) Four Years
----c) It All Ends Here

Vocals:
Russell Allen (Symphony X, Allen - Lande)
Damian Wilson (Threshold, Headspace)
Floor Jansen (ReVamp, ex-After Forever)
Dan Swanö (Nightingale, Second Sky, ex-Edge Of Sanity)

Ed Warby (Lana Lane, Ayreon) : Drums
Peter Vink (Ayreon, Finch) : Bass
Joost van der Broek (After Forever) : Keyboards solos (2,3,5,8)
Gary Wehrkamp (Shadow Gallery) : Guitar Solos (2,3,5,7)
Arjen Anthony Lucassen : Guitars, Hammond, Mellotron, Analog Synths

O MINISTÉRIO DA SAÚDE ADVERTE: AO COMPLETAR 70 ANOS, FAÇA COMO PELÉ, PENSE NAS CRIANCINHAS!!!

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Two Fires - Burning Bright - 2010

 
Alby Odum (Kevin Chalfant) - Guitarra.
Bill Cuomo (Bad Company, Jimi Jamison e Richard Marx) - Teclado.
Chuck Giacinto - (Kevin Chalfant) - Teclado.
Jim Widlowski - Bateria e percussão.
Kevin Chalfant (The Storm) - Vocal.
Michael Gardner - Guitarra e backing vocal.
Mike Higgins (Kevin Chalfant) - Backing vocal.
Randy Hatzer (Kevin Chalfant) - Baixo.
Shawn Fichter - Bateria e percussão.
Timmy Higgins - Bateria e percussão. 




KEVIN CHALFANT, UM CARA DONO DE UMA VOZ LINDA, MARAVILHOSA E PODEROSA.

PARTICIPOU DOS PROJETOS:

1982 - 707 MEGAFORCE
1983 - STEEL BREEZE, HEART ON THE LINE
1985 - THE VU, PHOENIX RISING, (ROSS VALORY =JOURNEY)
1991 - THE STORM, THE STORM, (GREGG ROLIE, ROSS VALORY, STEVE SMITH E JOSH RAMOS)
1997 - ALBUM SOLO RINING WITH THE WIND
1998 - THE STORM, EYES OF THE STORM
2000 - TWO FIRES, TWO FIRES
2002 - TWO FIRES, IGNITION
2004 - SHADOWS FATE, SHADOWS FATE
2006 - SHOOTING STAR, CIRCLES
2007 - ALBUM SOLO FLY TO FREEDOM, TRIBUTO A JOURNEY
2007 - LIBERTY N DAY, INDEPENDENCE DAY.

2010 - TWO FIRES - - Burning Bright


KEVIN CHAMOU A ATENÇÃO QUANDO FOI CONVIDADO A PARTICIPAR DA BANDA707 EM 1982 GRAVOU O DISCO DEMOMINADO MEGA FORCE QUE FOI O MAIS BEM SUCEDIDO DA BANDA JÁ QUE ANTERIORMENTE HAVIAM LANÇADO DOIS DISCOS COM VOCALISTAS PROVISÓRIOS ENTRE ELES OS NOMES COMO GREGG ROLIE E STEVE PERRY.
A MÚSICA INTITULADA MEGAFORCE ALCANÇOU O TOP #12 NA PARADA DA BILLBOARD E CHEGOU A #62 POSIÇÃO NO HOT 100 NESSA ÉPOCA A BANDA ABRIU SHOWS PARA BANDAS COMO REO SPEEDWAGON, SCORPIONS TED NUGENT E LOVERBOY.

EM 1983 KEVIN VAI PARA A BANDA STEEL BREEZE E PARTICIPA DO 2°ALBUM DA BANDA HEART ON THE LINE, AINDA LANÇARAM UM VIDEO CLIP DA MÚSICA YOU DON’T WANT ME ANYMOREAPESAR DE SER UM ALBUM MARAVILHOSO E CONTAR COM A PARTICIPAÇÃO DE CLARENCE CLEMONS E ALEX LIGERWOOD O DISCO NÃO OBTEVE EXITO.

EM 1985 KEVIN JUNTAMENTE COM ROSS VALORY QUE HAVIA SIDO DISPENSADO DO JOURNEY FORMAM O THE VU QUE INFELIZMENTE LANÇOU APENAS UM ALBUM, PORÉM OUTRA MARAVILHA.

MAS EM 1991 A SORTE DE KEVIN COMEÇA A MUDAR E ELE FORMA O THE STORM COM TRÉS EX-MEMBROS DO JOURNEY GREGG ROLIE, ROSS VALORY E STEVE SMITHS, O ALBUM ALCANÇOU A #133 E OS HOJE CLASSICOS I’VE GOT A LOT TO LEARN ABOUT ME ALCANÇOU A #6 POSIÇÃO E A BELISSIMA SHOW ME THE WAY ALCANÇOU O #22 NAS RADIOS E CHEGARAM A #26 POSIÇÃO NO HOT 100A BANDA SAIU EM TURNE MUNDIAL AO LADO DE FERAS COMO BRYAN ADAMS, EDDIE MONEY E PETER FRAMPTON.

EM 1993 GRAVAM O ALBUM EYE OF THE STORM OUTRA MARAVILHA QUE INFELIZMENTE FICOU ENGAVETADA PELA GRAVADORA E SÓ FOI LANÇADO EM 1998.
NESSE TEMPO A BANDA SE DESFAZ E KEVIN É CONVIDADO A SUBSTITUIR NINGUEM MENOS QUE STEVE PERRY NO JOURNEY.

KEVIN CHEGOU A SAIR EM TURNÊ COM O JOURNEY, É POSSIVEL ENCONTRAR IMAGENS DO SHOW FEITO EM SÃO FRANCISCO ONDE FICA PROVADO QUE O QUE OS FÃS FALAM REALMENTE É VERDADEIRO KEVIN CHALFANT NASCEU PARA SER VOCALISTA DO JOURNEY E NÃO HOUVE E NEM HAVERÁ UM VOCALISTA COM TAMANHA COMPETENCIA PARA CONDUZIR O VOCAL DO JOURNEY COMO KEVIN FAZIA, DEPOIS DE STEVE PERRY É CLARO, MAS COMO JÁ ERA DE SE ESPERAR APESAR DO TALENTO DE KEVIN O JOURNEY RESOLVE VOLTAR COM A FORMAÇÃO CLASSICA E STEVE VOLTA A ASSUMIR OS VOCAIS.

KEVIN PASSA A DEDICAR-SE A SUA CARREIRA SOLO E EM 1997 LANÇA OUTRA MARAVILHA O ALBUM RINING WITH THE WILD QUE COMO SEMPRE CONTA COM MÚSICAS MARAVILHOSAS, PORÉM DEVIDO A INVASÃO “BOY BAND” O ALBUM NÃO OBTEVE EXITO.

EM 1998 FINALMENTE FOI LANÇADO O ALBUM EYE OF THE STORM DO THE STORM QUE TAMBEM NÃO FOI BEM SUCEDIDO APESAR DE SER CONSIDERADO PELOS FÃS COMO O MELHOR TRABALHO DE KEVIN TANTO COMO VOCALISTA E COMO COMPOSITOR.

EM 2000 SAI O ALBUM TWO FIRES PROJETO DE KEVIN COM SEU GRANDE AMIGO JOSH RAMOS OUTRA MARAVILHA DE KEVIN. DEVIDO A BOA ACEITAÇÃO DOS FÃS EM 2002 KEVIN E JOSH REPETEM A DOSE COM O TWO FIRES IGNITION QUE APESAR DE SER UM OTIMO TRABALHO TENDIA UM POUCO PARA O POP E OS FÃS NÃO O ACIETARAM MUITO BEM.

EM 2004 KEVIN PARTICIPA DA BANDA SHADOWS FATE COM A QUAL GRAVA UM ALBUM DENOMINADO SHADOWS FATE UM DISCO MARAVILHOSO E RARISSIMO.
EM 2006 KEVIN É CONVIDADO A PARTICIPAR DA CLASSICA BANDA SHOOTING STAR E GRAVA O CD CIRCLES.

EM 2007 KEVIN DIVIDE-SE EM DOIS GRANDES PROJETOS 1°O ALBUM INDEPENDENCE DAY QUE CONTA COM A PARTICIPAÇÃO DE GRANDES NOMES DA MUSICA COMO:JOHN CORABI,PETER LORAN,JAMIE ST.JAMES,JACK RUSSELL,KELLY KEAGY,KELLY KEELING,TONY MILLS,TED POLEY,JANI LAINE,ENTRE OUTROS.2°O CD FLY 2FREEDOM QUE É UMA ESPECIE DE TRIBUTO AO JOURNEY.

O PRÓPRIO STEVE PERRY ELOGIOU O TRABALHO E COMENTOU SER O MELHOR TRIBUTO JÁ FEITO EM HOMENAGEM A BANDA.
ATUALMENTE KEVIN CHALFANT ESTÁ EM TURNÊ AO LADO DE GREGG ROLIE E EM IMAGENS DE SHOWS NO YOUTUBE PODEMOS VER O QUANTO ELE É ESTUPENDO.
MESTRE KEVIN CHALFANT, NÃO É A TOA QUE KEVIN É CONSIDERADO UM DOS MELHORES VOCALISTAS E COMPOSITORES DA HISTORIA DA MUSICA.


O  MINISTÉRIO DA SAÚDE ALERTA: ANTES DE AFOGAR SEU SUSPEITO DE TERRORISMO, CONSULTE UM ESPECIALISTA.

Ex-presidente dos EUA defende uso de tortura em livro

ex presidente autorizou simulações de afogamento contra suspeitos de terrorismo.


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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Excalion - High Time - 2010

Excalion foi criada em Dezembro de 2000, Konnevesi, Finlândia. No Outono de 2001 gravaram a primeira demo Forlorn.
No Outono de 2003 apresentaram a segunda demo, desta vez intitulada Obsession to Prosper. No final do ano garantiram um contrato com a editora Sound Riot Records.
Em Setembro de 2004 entraram no Studio Watercastle para gravarem o primeiro álbum, Primal Exhale.
No pricípio de 2005, antes do lançamento do álbum, a formação da banda alterou-se: Kimmo (guitarra) e Timo (baixo) deixaram a banda. O guitarrista Vesa Nupponen juntou-se á banda e guitarrista Tero ocupou o baixo.
Em Maio de 2006 começaram a gravar o álbum Waterlines, mais melódico que os anteriores.
"High Time"é o novo álbum dos Excalion, banda de Power Metal Finlandesa lançado em  29 de  Janeiro de 2010. O sucessor de "Waterlines" de 2007 foi produzido pela própria banda e por Arttu Sarvanne.


    * Vesa Nupponen – guitarra
    * Jarmo Myllyvirta - teclados
    * Tero Vaaja– baixo
    * Jarmo Pääkkönen– vocais
    * Henri Pirkkalainen– bateria

Tracklist:
01. Enter A Life
02. From Somewhere To Anywhere
03. Sun Stones
04. The Flags In Line
05. Bring On The Storm
06. The Shroud
07. Firewood
08. Lifetime
09. Quicksilver
10. A Walk On A Broken Road
11.
Foreversong

O MINISTÉRIO DA SAÚDE ADVERTE: FILET DE BRONTOSSAURO COM OVOS DE PITEROSSAURO PODE CAUSAR ASIA E MÁ DIGESTÃO!

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 50 anos dos "Flintstones"
 


I Yabba Dabba-Do!! Bedrock está em festa!! Os pré-históricos mais famosos do planeta estão comemorando 50 anos.

Quem não se lembra de Fred Flintstone e o seu melhor amigo Barney Rubble, ao lado de suas esposas Vilma e Bete, seus filhos Pedrita e Bambam e do Dino, o dinossauro de estimação que jogava o Fred no chão toda vez que ele chagava do trabalho ?

Criado nos estúdios Hanna-Barbera, os Flintstones foi exibido pela primeira vez na ABC no dia 30 de setembro de 1960 e teve 166 episódios, sendo que o último foi exibido no dia 1º de abril de 1966.

O sucesso da série foi tanto, que ele foi parar no horário nobre da tv. Criado por William Hanna e Joseph Barbera, até hoje é uma de suas mais rentáveis criações.

Estima-se que o desenho já foi assistido por mais de 300 milhões de telespectadores em 80 países e dublado em 22 idiomas e com certeza marcou diversas gerações.

Após a sua última temporada (1966), foi produzido o primeiro especial da série “Um Homem Chamdo Flintstone”, depois disso vários longas sobre as famílias de Bedrock foram exibidos e séries de desenhos baseados no original como “Bambam e Pedrita” (1971-1972), onde contava a história deles já adolescentes e “Flintstones nos Anos Dourados” (1986-1988), que narra as aventuras de Fred, Barney, Vilma e Betty quando eram crianças.



Parabéns para os Flintstones!!!